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Economia

Educação e alimentação sobem menos e IPC-S arrefece

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SÃO PAULO (Reuters) – A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou ligeiramente no começo deste mês, refletindo a diminuição do impacto da educação, mas ainda sofrendo efeitos do reajuste dos transportes.

O índice avançou 1,16 por cento na primeira prévia de fevereiro, após alta de 1,27 por cento no mês de janeiro, divulgou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

“Das sete classes de despesa pesquisadas, três registraram decréscimos em suas taxas de variação”, afirmou a FGV em nota.

Os custos de Educação, leitura e recreação subiram 2,92 por cento agora, comparado a 4,01 por cento antes. Esses preços costumam subir em janeiro devido aos reajustes de mensalidades e materiais escolares no início do ano letivo, mas perdem força ao longo de fevereiro.

Os preços de Alimentação também subiram menos, em 1,15 por cento agora, comparado a 1,36 por cento antes. Os de Saúde e cuidados pessoais avançaram 0,39 por cento nesta leitura, contra 0,46 por cento na anterior.

“Contribuíram para estes movimentos, os itens: cursos formais, carnes bovinas e medicamentos em geral, nesta ordem”, acrescentou a FGV, referindo-se aos três grupos citados.

Os preços de Transportes, por outro lado, seguiram em alta, subindo 2,80 por cento na abertura de fevereiro, contra 2,69 por cento em janeiro, ainda pressionados pelo reajuste da tarifa de ônibus urbano em algumas capitais brasileiras.

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