Testemunha disse que se sente segura apenas com a escolta feita pela Polícia Militar
A mulher que testemunhou uma suposta uma execução cometida por policiais militares, em 12 de março, em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, desistiu de participar do Programa de Proteção às Testemunhas (Provita), da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.
A decisão foi pela tomada pela testemunha na segunda-feira, segundo informou a assessoria de imprensa da pasta. Ainda de acordo com a secretaria, a mulher participou de uma reunião com o Ministério Público e um representando do Provita e afirmou que se sentia segura apenas com a escolta feita pela Polícia Militar.
A Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania informou que a testemunha da execução envolvendo os PMs pode voltar a ser atendida pelo programa a qualquer momento.
A mulher visitava o túmulo do pai no cemitério em Ferraz de Vasconselos e viu uma viatura policial entrando no local com um homem dentro do carro. Os PMs tiraram a pessoa da viatura e atiraram contra ele. A mulher decidiu ligar para o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e narrar a situação.
Fonte:Correio do Povo com Informações do R7
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