A revista Nature publicou o resultado de duas pesquisas que podem ajudar a produção de um contraceptivo masculino.
Os resultados demonstram como um hormônio liberado pelo óvulo, a progesterona, influencia na mobilidade da célula masculina. O espermatozoide possui um canal de íons, chamado de CatSper, que regula seu preenchimento com cálcio, responsável pela sua mobilidade. Assim que o espermatozoide detecta a progesterona, através do CatSper, o seu flagelo começa a se movimentar. Nos estudos divulgados pela revista os espermatozoides se moviam em direção aos lugares com maior concentração de progesterona, num caso real esse lugar seria as Trompas de Falópio, onde o óvulo deve estar.
“Esse é um passo significante em direção de como entendemos a forma como o espermatozoide funciona,” disse Steven Publicover, um especialista em reprodução da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Além dessa constatação, não se sabe realmente como todo o mecanismo de funcionamento da fecundação funciona, mas já é um passo importante.
Problemas com a sensibilidade da progesterona pelas células masculinas podem ser fator em alguns casos de infertilidade, de acordo com Benjamin Kaupp, pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisa Avançados Europeus em Bonn, Alemanha.
Desse modo, é possível direcionar pesquisas à produção de contraceptivos masculinos, o que seria um grande avanço.
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