Brigadeiro envenenado
A polícia diz ter identificado a mulher suspeita de enviar brigadeiros envenenados a uma adolescente em Curitiba. A suspeita, de 45 anos, é amiga da família e organizava a festa de 15 anos de Talita Machado Teminski –para quem os doces foram enviados no último dia 12. Após comer os doces, que tinham chumbinho, a jovem chegou a sofrer duas paradas cardiorrespiratórias e precisou ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
A mulher vive atualmente em Joinville (SC). Policiais da Delegacia de Homicídios do Paraná foram à casa da suspeita e lá, segundo o delegado Rubens Recalcatti, encontraram veneno para rato e a blusa que ela usava no vídeo que ajudou a identificá-la.
Brigadeiro envenenado
À polícia, o taxista disse ter entregue os doces a pedido de uma mulher, que o contratou na frente de um shopping center na região sul de Curitiba. As imagens das câmeras de segurança do shopping ajudaram a identificar a suspeita. Depoimentos de testemunhas corroboram a identificação, segundo Recalcatti.
Uma perícia realizada nos doces que os jovens não ingeriram apontou a presença do inseticida Terbufos. Agora, a polícia irá comparar o produto com o veneno encontrado na residência da suspeita.
A mulher é procurada pela polícia, mas ainda não há mandado de prisão contra ela. “Encerro o caso por aqui. Só falta ouvirmos o depoimento dela para sabermos qual a motivação do crime”, disse Recalcatti ao UOL.
“No início da investigação, perguntamos sobre a suspeita à família, que nos disse que não havia como suspeitar dela”, falou o delegado. Segundo ele, as investigações mostram que a suspeita é “emocionalmente conturbada”.
Um outro mistério envolve o caso: segundo Recalcatti, o marido da suspeita foi encontrado na última quinta-feira com ferimentos graves –provavelmente decorrentes de agressões físicas– e está em coma num hospital de Joinville. “Não sabemos se isso tem relação com o caso, nem com o desaparecimento dela.”
Ainda na semana passada, uma mensagem com ameaças foi enviada a todos os contatos do telefone celular da suspeita. “O texto continha ameaças como ‘Não pagou conta, morre’, mas é preciso apurar se é verdadeiro ou não”, afirmou o delegado.
O pai de Talita, o policial militar Edilson Teminski, acompanhou a busca na casa da suspeita e custa a acreditar que a amiga da família seja a autora do crime. “Era nossa amiga, tinha acesso direto à família, levou a Talita para fazer fotos e vídeos para a festa de aniversário.”
Segundo ele, a adolescente não relatou nenhum desentendimento com a suspeita, e a festa –marcada para o próximo dia 15– já havia sido paga. “Nunca desconfiamos dela, que inclusive já tinha preparado uma festa para outra filha nossa”, disse Teminski.
Fonte:Uol
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