Ônibus com vidros quebrados atingido por explosão (Foto: Marina Passos/AFP)
Ninguém assumiu imediatamente a responsabilidade pelo ataque, que, segundo a polícia israelense, foi um “ataque suicida” palestino.
Autoridades israelenses disseram que a bomba estava escondida em uma mala perto do ponto de ônibus, próximo ao principal centro de conferências de Jerusalém e do terminal central de ônibus.
No auge da insurgência palestina que começou em 2000, mas se extinguiu nos últimos anos, militantes realizaram dezenas de ataques em Jerusalém, muitas vezes provocando mortes.
A explosão coincidiu com a onda de violência na fronteira entre Israel e Gaza e abalou o centro de Jerusalém durante a tarde desta quarta-feira.
Dezenas de ambulâncias chegaram às pressas ao local. As janelas de um ônibus estavam estilhaçadas pela explosão, que ocorreu perto do veículo, e havia manchas de sangue na calçada.
A explosão deixou 30 pessoas feridas e uma delas, uma mulher, morreu no hospital, segundo autoridades médicas.
Depois do incidente, o premiê Benjamin Netanyahu adiou por algumas horas sua viagem à Rússia, onde irá se reunir com líderes russos em Moscou antes de retornar a Israel na quinta-feira.
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