Local é de propriedade da empreiteira Pajoan, licenciada pela Cetesb.(Paulo Liebert/AE)
Técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) recolheram amostras d’água para avaliar se foram ou não contaminadas. O chorume é um líquido originado da decomposição de resíduos orgânicos e possui potencial de poluir volumes em larga escala.
De acordo com a companhia, ligada à Secretaria do Meio Ambiente do governo paulista, equipes planejam neste momento a remoção de um montante de terra e lixo de cerca de 12 metros de extensão. Uma parte do material já está sendo retirada com tratores, na tentativa de apressar a limpeza das margens do córrego.
Não houve explosão, como suspeitou-se ao longo do dia. Aconteceu, sim, segundo a Cetesb, um deslocamento da área, de causa ainda investigada.
O local é de propriedade da empreiteira Pajoan, licenciada pelo órgão. Além de Itaquaquecetuba, recebia resíduos urbanos de Mogi das Cruzes, Poá, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Arujá, Salesópolis e Biritiba Mirim.
Seu encerramento definitivo, previsto para quando atingisse a cota de 755 metros de lixo, deve ser adiantado. Após o desastre, a Prefeitura de Itaquaquecetuba provavelmente embargará o empreendimento.
Fonte:Estadão
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