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Geração de Energia

New York Times – Após avanços, governo Dilma 'mudou de atitude' sobre Amazônia

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Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Fonte: BBC citando New York Times

Geração de Energia

Japão se prepara para possível catástrofe radioativa.(#prayforjapan)

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Explosião sa usina Fukushima Daiichi

TÓQUIO (Reuters) – O Japão enfrenta na terça-feira a possibilidade de uma catástrofe, após a explosão de uma usina nuclear que havia sido atingida por um terremoto e agora liberou uma nuvem de baixa radiação que segue na direção de Tóquio. Algumas pessoas já fugiram da capital, e outras estão estocando mantimentos.
O primeiro-ministro Naoto Kan pediu que as pessoas não saiam de casa num raio de 30 quilômetros em torno da usina – área onde vivem 140 mil moradores. Essa é a mais grave crise nuclear no planeta desde o acidente na usina de Chernobil, na Ucrânia, em 1986.
Cerca de oito horas após as explosões, a Organização Meteorológica Mundial disse que os ventos estavam dispersando o material radiativo sobre o oceano Pacífico, longe do Japão e de outros países asiáticos. Mas a agência meteorológica da ONU acrescentou que as condições meteorológicas podem mudar.
O acidente nuclear – causado por um terremoto e por um subsequente tsunami, na sexta-feira – agrava as preocupações com o impacto econômico das sucessivas tragédias. As ações de empresas japonesas chegaram a cair até 14 por cento, mas fecharam a terça-feira em baixa de 9,5 por cento.
Na véspera, a queda já havia sido de 7,5 por cento, e os dois dias de quedas representam a retirada de 620 bilhões de dólares do mercado.
Os níveis de radiação na cidade de Maebashi, 100 quilômetros a norte de Tóquio, e na província de Chiba, perto da cidade, são até dez vezes superiores aos níveis normais, segundo a agência de notícias Kyodo.
Na capital são registrados apenas níveis mínimos, que segundo as autoridades municipais até agora “não são um problema”.
Em um sombrio pronunciamento à nação, Kan disse que “a possibilidade de vazamento radioativo ainda está aumentando”. “Estamos fazendo todos os esforços para evitar que o vazamento se propague. Sei que as pessoas estão muito preocupadas, mas eu gostaria de pedir que ajam com calma.”
Dois reatores da usina Fukushima Daiichi registraram explosões na terça-feira, após vários dias de esforços frenéticos para resfriá-los. A agência Kyodo disse que a piscina de resfriamento de combustível nuclear no reator número 4 pode estar fervendo, o que sugere que a crise está longe de terminar na central nuclear, que fica 240 quilômetros ao norte de Tóquio.
Níveis de 400 milisieverts por hora foram registrados perto do reator número 4, segundo o governo. A exposição a mais de 100 milisieverts por ano já pode levar ao câncer, segundo a Associação Nuclear Mundial. O governo disse mais tarde que os níveis de radiação em torno do complexo tinham despencado.
A empresa que opera a usina retirou 750 trabalhadores do local, restando apenas 50, e o sobrevoo de aeronaves foi proibido num raio de 30 quilômetros em torno da usina.
“O material radioativo chegará a Tóquio, mas não é prejudicial ao corpo humano, porque ele será dissipado no momento em que chegar a Tóquio”, disse Koji Yamazaki, professor de ciências ambientais na Universidade de Hokkaido.
“Se o vento ficar mais forte, isso significa que o material voará mais rápido, mas será ainda mais dispersado no ar.”
Apesar dos pedidos de calma, os moradores correram para se abastecer no comércio de Tóquio. A Dom Quixote, loja de departamentos que funciona 24 horas por dia, no bairro de Roppongi, esgotou seu estoque de rádios, lanternas, velas e sacos de dormir.
Num sinal de receio com a radiação, a China disse que vai retirar seus cidadãos das áreas mais afetadas, mas que não detectou nenhum nível anormal de radiação em seu território. A Air China decidiu cancelar voos para Tóquio.
Várias embaixadas aconselharam seus funcionários e cidadãos a abandonarem as zonas afetadas. Turistas abreviaram suas férias, e empresas multinacionais orientaram seu pessoal a partir, ou cogitam se transferir para fora de Tóquio.
(Reportagem adicional de Nathan Layne, Linda sieg, Risa Maeda, e Leika Kihara em Tóquio, Chris Meyers e Kim Kyung-hoon em Sendai, Taiga Uranaka e Ki Joon Kwon em Fukushima, Noel Randewich em San Francisco, Tan Ee-lyn em Cingapura e Miyoung Kim em Seul)
Fo9nte:Reuters Internacional

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Geração de Energia

G1-SP – Eletropaulo é multada em R$ 4,7 milhões por blecautes em SP

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Em fevereiro, apagão deixou 2 milhões sem luz após problema em subestação na Zona Sul; autuação, no entanto, é referente apenas ao período compreendido entre setembro de 2010 e janeiro de 2011 (Foto: Roberta Steganha/G1)

A Eletropaulo, empresa responsável pelo fornecimento de energia em São Paulo, foi multada nesta quinta-feira (3) em R$ 4,7 milhões pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). A penalização é referente às interrupções no abastecimento que aconteceram entre setembro de 2010 e janeiro de 2011.
Segundo o Procon, nesse período faltou luz em quase 600 mil unidades consumidoras.
No início de fevereiro deste ano, um apagão atingiu parte da cidade de São Paulo. Mais de 2 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica. A Eletropaulo culpou uma subetação da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP).
O Procon exigiu explicações das companhias. “Independente do tempo de duração da interrupção do sistema elétrico, houve o transtorno à população”, afirmou Renan Ferraciolli, diretor de fiscalização do Procon. “Os consumidores devem ser compensados por isso.”
A Eletropaulo informou, em nota, que está analisando o auto de infração emitido pelo Procon e que tomará as medidas administrativas cabíveis.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/03/eletropaulo-e-multada-em-r-47-milhoes-por-blecautes-em-sp.html

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Tribuna da Bahia – Governo lança obras dos parques eólicos do sudoeste

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As obras de 14 parques eólicos na região de Guanambi, no sudoeste baiano, já começaram. A pedra fundamental do projeto foi lançada nesta quinta-feira (24), na BA-936, rodovia de acesso ao distrito de Morrinhos, no interior do município. O ato contou com a presença do governador em exercício, Otto Alencar, além da secretária-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Eva Chiavon, do diretor da Renova Energia, Renato Amaral, e ainda parlamentares, autoridades locais e funcionários da obra.
A expectativa da Renova, empresa de energia vencedora do leilão, é que sejam investidos R$ 1,17 bilhão na construção dos parques eólicos que, além de Guanambi, contemplam os municípios de Caetité e de Igaporã. Juntos os três municípios contabilizam um PIB aproximado de R$ 750 milhões, de acordo com o IBGE.
Maior complexo
Segundo Renato Amaral, o empreendimento será o maior complexo eólico do Brasil. “Já conhecíamos o potencial eólico da região e consideramos um dos melhores locais do mundo para esse tipo de produção energética”, disse, destacando o apoio da comunidade local e sobretudo do Governo do Estado para a realização desse projeto.
“Isso vai fortalecer a engenharia brasileira e a Bahia, reforçando nossa privilegiada posição no cenário internacional. A previsão é que no início de julho de 2012 já estejamos produzindo energia”. Amaral disse também que a estimativa é que na primeira fase, a energia produzida seja suficiente para atender 500 mil residências, ou aproximadamente dois milhões de habitantes.
Fonte inesgotável
A produção de energia eólica é considerada uma fonte limpa e inesgotável. Os contratos de compra e venda de energia foram formalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e têm prazo de 20 anos. Inicialmente, cerca de 500 proprietários rurais da região que terão parte das terras arrendadas, serão contemplados com o projeto. No auge da produção energética, o número de empresários rurais poderá chegar a um mil.
“Vamos produzir energia que estimula o desenvolvimento da Bahia e contemplar os produtores que receberão recursos. É fundamental que esta energia seja produzida no semiárido baiano. O investimento integra a nossa política de descentralização de investimentos”, observou a secretária da Casa Civil, Eva Chiavon.
A partir de junho, os equipamentos que irão compor os três complexos começam a chegar às respectivas localidades via Porto de Ilhéus. O Instituto do Meio Ambiente (IMA) já autorizou a construção dos 14 parques eólicos, que contarão com 184 máquinas aerogeradoras (cataventos) instaladas em três complexos nos municípios de Guanambi, Caetité e Igaporã.
Mais emprego
As máquinas terão 80 metros de altura. Somente as pás (hélices) terão 40 metros, cada. Uma réplica dos cataventos, 53 vezes menor que o original, foi apresentada durante o lançamento das obras. Deverão ser gerados mil empregos diretos e outros 2000 indiretos.
Desde o início de fevereiro, 100 funcionários estão trabalhando no local. Marcos de Oliveira Silva saiu de Porto Seguro para trabalhar no projeto. “Tem sido ótimo trabalhar aqui. Uma oportunidade de crescer na vida. Meu objetivo é crescer na empresa”.
Até 2014, a Bahia deverá ter mais de 34 parques eólicos que, quando estiverem em funcionamento, terão a capacidade de gerar de 977,4 MW, o suficiente para abastecer cerca de quatro milhões de residências.
Durante o discurso, o governador em exercício Otto Alencar justificou a ausência do governador Jaques Wagner e lembrou que outros empreendimentos semelhantes estão prestes a entrar em funcionamento na Bahia. “Venho aqui em nome do governador Jaques Wagner, que está em missão na Coréia do Sul, buscando mais investimentos na área de energia e estaleiro”.
Na oportunidade, Alencar informou que em julho deste ano será inaugurado o primeiro parque eólico do estado, na Chapada Diamantina, que, segundo ele, “terá capacidade para produzir 90 Mega Watts de energia, auxiliando no desenvolvimento de Brotas de Macaúbas e outros municípios da região”.
Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=74754

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