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Economia

Pimentel diz que fusão do Pão de Açúcar com Carrefour será estratégica para o Brasil

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Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A fusão da rede brasileira de supermercados Pão de Açúcar com a multinacional francesa Carrefour será estratégica para o Brasil disse há pouco o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Para ele, a junção poderá estimular a exportação de produtos industrializados brasileiros.
Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, Pimentel disse que o possível ingresso de recursos da ordem de R$ 4 bilhões por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na operação ainda está em estudo, mas que, se for aprovada pela diretoria do banco, será positiva para o Brasil.
Para Pimentel, a operação não é “fora do comum”. “É uma operação que tem méritos. O banco tem autonomia para avaliá-la, julgar o risco e fazer ou não o aporte de recursos necessários”, afirmou Pimentel.
“Em primeiro lugar, como é uma operação entre duas grandes empresas que tem presença no mercado de capitais, ações na Bolsa de Valores, por força do cargo que ocupo, tenho que ser muito cauteloso com o que vou falar para não provocar movimentos na Bolsa que causem lucros ou prejuízos a quem quer que seja”, ponderou o ministro.
De acordo com o ministro, essa é a oportunidade de o Brasil ter uma grande cadeia varejista internacional. “Para colocar nossos produtos lá fora, para aumentar nossa capacidade de exportação, justamente no momento em que discutimos a necessidade de diversificar nossa pauta de exportação.
A cadeia do agronegócio também será beneficiada. “[Ela] vai ter uma alavanca fortíssima. Esse é o motivo que leva nosso banco de desenvolvimento a estudar [o assunto] com muita cautela. Se for acontecer, será nessa direção”, argumentou Pimentel.
Fonte: Agencia Brasil

Economia

Brasil Foods (Sadia/Perdigão) subira preço em ate 10%

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Brasil Foods, empresa de alimentos dona das marcas Sadia/Perdigão, pretende reajustar o preço de seus produtos entre 5% e 10% “imediatamente”, para compensar o aumento de custos, afirmou hoje o presidente da Brasil Foods, José Antonio do Prado Fay.


A alta do preço dos grãos, que respondem por cerca de 25% dos custos de produção de aves e suínos, e o aumento de despesas devido à readequação da produção da companhia — necessária com a transferência de fábricas para a rival Marfrig por ordem do Cade — impactaram o resultado da empresa no segundo trimestre. O lucro caiu 99%, para R$ 6 milhões.
“Não existe espaço para não repassar. O prejuízo seria tremendo”, disse Fay. No segundo trimestre, a empresa aumentou o preço dos produtos vendidos de 1% a 2%, em média, o que foi insuficiente para compensar o aumento dos custos. Só o preço do milho avançou 15% no período.
Segundo Fay, os reajustes devem ocorrer tanto no mercado interno como no externo, e podem aumentar no final do ano.
No exterior, alguns países devem oferecer resistência em aceitar repasses, como o Japão, por ter elevados estoques, e a Europa, onde a concorrencia local.
No mercado doméstico, os repasses já ocorrem, porém de forma mais lenta. “O mercado interno não está ajudando, mas também ainda não está atrapalhando”.
Tudo isso já era esperado já que quando uma empresa toma prejuizo a ordem natural e descontar no consumidor.
Resta sabe que rumo tomara a Brasil food já que se ficar como a Sadia vao se dar mal e ir rpa mao de outra empresa.
Ref

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Economia

Ministério da Pesca quer brasileiros comendo mais pescado

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Brasília – No Brasil, o consumo de peixe por pessoa está abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. De acordo com dados oficiais, cada brasileiro come, em média, 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a OMS, são 12 quilos. Para mudar este quadro, o Ministério da Pesca e Aquicultura promove todos os anos a campanha Semana do Peixe, que este ano está na sua oitava edição.
Dentro das ações da campanha, que vai até o dia 24 deste mês, o ministro Luiz Sérgio visitou hoje (15) vários supermercados do Distrito Federal (DF). Ele admitiu que o preço cobrado pelo produto é um dos obstáculos para o aumento do consumo. “É um fator que precisamos superar”. Mas, para o ministro, isso pode ser mudado com o aumento da produção do pescado no país. “A campanha é importante porque o Brasil produz 1,2 milhão de toneladas de peixe, o que é muito pouco, mas podemos dobrar e até triplicar essa produção”, disse.
A professora de nutrição Rosane Pescador, da Universidade Católica de Brasília (UCB), elogiou a iniciativa do governo de incentivar o consumo de peixe no país. A nutricionista ressaltou que o peixe pode substituir a carne vermelha sem causar danos nem prejuízos à saúde. “O peixe tem menos calorias e detém [os ácidos graxos] ômega 3. Também atua na prevenção de doenças. O consumo de peixe é bom para as gestantes porque gera efeitos positivos na área cerebral da criança. Uma outra vantagem é que o peixe pode substituir a carne vermelha tranquilamente. As pessoas devem consumir peixe pelo menos duas vezes por semana”, declarou.
De acordo com especialistas, a ingestão do ômega 3 auxilia na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol considerados negativos. Além de estar presentes em peixes, ele é encontrado nas nozes, castanhas, folhagens de rúcula e nos óleos vegetais.
No caso do peixe, é necessário observar uma série de detalhes na hora de comprá-lo, como se a pele está firme, úmida e sem a presença de manchas, assim como os olhos, que devem estar brilhantes, e as escamas firmes.

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Economia

Imposto maior para carro importado começa a valer; veja detalhes

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O governo anunciou na quinta-feira a elevação do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para veículos importados ou que não atendam a novos requisitos de conteúdo nacional. A medida vale a partir de hoje.
As empresas, no entanto, terão dois meses para provar que atendem às novas regras. Nesse prazo, o imposto continua nos níveis atuais, mesmo para as importadoras.
A mudança pode representar reajuste de 25% a 28% nos preços para o consumidor que comprar um carro que tenha menos de 65% de componentes fabricadas no país.
Serão afetados automóveis, caminhões, caminhonetes e veículos comerciais leves. Deve encarecer, principalmente, carros chineses, coreanos e de luxo.
O IPI sobe 30 pontos percentuais. Atualmente, o tributo varia de 7% a 25%, dependendo da potência e do tipo de combustível. Agora, ficará entre 37% e 55%.
Para as montadoras que cumprirem a nacionalização exigida, não haverá mudança do imposto.
Além do percentual de componentes nacionais, as montadoras precisam fazer investimentos e deverão realizar no Brasil pelo menos 6 de 11 etapas de produção definidas pelo governo. Entre elas, fabricação de motores e montagem de chassis.
A estimativa do Ministério da Fazenda é que entre 12 e 15 montadoras não devem ter alta de imposto, principalmente as que estão há muito tempo no país.
Como o Brasil tem acordo automotivo com a Argentina e o México, componentes desses países não serão considerados como importados. Por isso, o governo estima que cerca de metade dos veículos importados terá aumento de imposto e preço.
A medida vigora até dezembro de 2012 e faz parte do plano Brasil Maior, anunciado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff.
Fonte: Folha

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