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Meio Ambiente

Gato 'tira fotos' do cotidiano com câmera no pescoço nos EUA.

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Imagens feitas pelo animal com uma câmera fotográfica fazem sucesso na internet e em exposições.
Da BBC
imprimir O gato Cooper, de 5 anos, tornou-se um ‘fotógrafo’ conhecido graças a um experimento de seus donos. Com uma câmera automática, ajustada para disparar a cada 2 minutos, Cooper registra tudo o que vê durante o dia. Veja a galeria.
As imagens mostram outros animais que Cooper encontra nas ruas, seus esconderijos favoritos e os lugares explorados pelo gato na vizinhança de sua casa, em Seattle, nos Estados Unidos.
Michael e Deirdre Cross, os donos do animal, dizem que a ideia os ajudou a conhecer melhor o dia a dia e as necessidades do gato.

Cooper, o gato fotógrafo (Foto: Caters)


 
Segundo Michael, a ideia começou como um ‘experimento geográfico’ para que o casal pudesse se certificar de que o animal não estava invadindo as casas dos vizinhos ou atravessando ruas muito movimentadas durante o dia.
No entanto, o casal diz ter ficado impressionado com a beleza das fotografias de Cooper.
Desde então, as fotos do animal já foram tema de duas exposições nos Estados Unidos, e são vendidas pela internet por até R$ 500.

Uma das imagens do gato fotógrafo (Foto: Caters)


Aprendizado
O casal diz que o experimento, que já dura um ano, fez com que eles entendessem melhor as necessidades de seu animal de estimação.
Observando as primeiras fotografias registradas pela câmera de Cooper, eles descobriram que o gato passava muito tempo esperando que os donos o deixassem entrar em casa, por causa da quantidade de imagens feitas da porta.
‘Quando descobrimos isso, instalamos uma entrada especial para ele na porta dos fundos. Na semana seguinte, ele já estava mais contente, porque tinha a liberdade de sair e voltar quando quisesse’, diz Michael.
‘Ao mesmo tempo em que nos deixa vislumbrar o mundo dos gatos, a câmera também provou ser uma forma de comunicação válida.’
As fotografias de Cooper também chegaram às redes sociais. O gato tem mais de 12 mil fãs no Facebook.
Fonte:BBC

Geração de Energia

New York Times – Após avanços, governo Dilma 'mudou de atitude' sobre Amazônia

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Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Fonte: BBC citando New York Times

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Meio Ambiente

Acaba a espera – Fragmentos de satélite desativado caem na Terra, confirma Nasa

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Agência espacial norte-americana não sabe dizer local exato das quedas.
Usuários no Twitter relatam que destroços atingiram o sul do Canadá.

 
A agência espacial norte-americana (Nasa) confirmou neste sábado (24) que o Satélite de Pesquisa da Atmosfera Superior Terrestre (UARS, sigla em inglês) se desfragmentou na atmosfera, com parte dos destroços caindo em solo terrestre durante o início da madrugada.
Restos do satélite atingiram a superfície da Terra entre 0h23 e 2h09 (horário de Brasília), segundo a Nasa. “O satélite estava passando sobre Canadá e África, assim como sobre vastas zonas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico”, explicou a agência, que ainda não consegue dizer os locais exatos onde as peças do UARS aterrisaram.
Fragmentos do equipamento podem ter caído na região de Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do Canadá, segundo relatos no serviço de microblog Twitter. A Nasa não confirma esta informação, destacando apenas que pedaços encontrados do satélite são de propriedede norte-americana e devem ser devolvidos à agência.
O órgão acredita que fragmentos possam ser encontrados em outros lugares, como na África ou na Austrália. Anteriormente, a Nasa vinha informando que os restos do satélite deveriam se espalhar por uma área de 800 km e que não haveria riscos para a população.
Com quase seis toneladas de peso, o aparelho foi lançado pela Nasa há 20 anos. Desativado em 2005, o equipamento foi se aproximando da Terra por conta da ação solar e da gravidade do planeta. A Nasa esperava que o satélite se fragmentasse em 26 pedaços, com pesos variando entre 1 kg e 158 kg.
O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979.
Fonte:G1

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Meio Ambiente

Nasa ainda não sabe onde cairá satélite de 5,6 toneladas

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Washington, 23 set (EFE).- A Nasa prevê que nesta sexta-feira cairá na Terra um satélite do tamanho de um ônibus que foi retirado de funcionamento em 2005, mas insiste que o risco para as pessoas é “extremamente pequeno”.
A agência espacial americana descartou que o satélite artificial vá cair sobre a América do Norte, embora ainda não possa precisar o lugar do impacto.
“O reingresso deverá acontecer durante a tarde no leste dos Estados Unidos”, indicou um comunicado da agência. “O satélite não estará em trajetória sobre a América do Norte nesse período”, acrescentou.
Segundo a Nasa, “ainda é muito cedo para prever a hora e o local de reingresso com mais certeza, mas os prognósticos serão mais precisos nas próximas 24 horas”.
A probabilidade de algum dos restos do Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera (Uars, na sigla em inglês) atingir uma pessoa é de uma em 3.200, segundo a Nasa.
O aparelho pesa 5,675 toneladas e tem o tamanho de um ônibus.
A previsão inicial era que o satélite cairia no final de setembro ou no início de outubro, mas sua queda foi antecipada pelo forte aumento da atividade solar na semana passada.
Os cientistas da Nasa calculam que o satélite se despedaçará ao entrar na atmosfera e que pelo menos 26 grandes peças sobreviverão às altas temperaturas do reingresso e cairão sobre a superfície da Terra.
Fonte: Uol citando EFE

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