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Meio Ambiente

Cadela sobrevive após passar três dias enterrada em terreno baldio.

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Foto: Reprodução/La Hora

No dia 17 de abril uma mulher chamada Maria, ao passar por um terreno baldio, escutou um barulho que saía da terra. Assustada, procurou com uma pá e começou a cavar, e entre latidos e gemidos que escutava, encontrou a uma cadelinha dentro de um saco plástico e com o focinho para fora.
Segundo informações do jornal La Hora, a cadelina, batizada com o nome de Lunita, tinha muita dificuladade para respirar e não podia caminhar. Maria pediu ajuda a Daniela Rojas que trabalha em prol das causas dos animais em Curepto, no Chile.
Depois de passar por um exame veterinário, detectou-se que Lunita foi espancada antes de ser enterrada, o que danificou suas patinhas traseiras.
Daniela se dirigiu a casa de Luis Miño, tutor de Lunita e suposto responsável pelo abuso, e ele confirmou os fatos, afirmando que tinha feito isso porque não teve coragem de terminar de matá-la, já que era muito mimada por isso preferiu enterrá-la viva, alegando que o animal “não servia para nada”.
Indignada, Daniela denunciou o caso a polícia, mas até o momento Luis Miño não foi chamado para depor.
Os moradores de Curepto em total repúdio a Luis Miño começaram uma campanha para arrecadar fundos para comprar um carrinho para que Lunita possa caminhar e pedindo ajuda dos meios de comunicação para que se faça a justiça pertinente ao caso.
O email de contato para saber notícias de Lunita y poder ajudar é ayudalunita@hotmail.es
Fonte: anda.jor.br

Geração de Energia

New York Times – Após avanços, governo Dilma 'mudou de atitude' sobre Amazônia

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Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Fonte: BBC citando New York Times

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Meio Ambiente

Acaba a espera – Fragmentos de satélite desativado caem na Terra, confirma Nasa

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Agência espacial norte-americana não sabe dizer local exato das quedas.
Usuários no Twitter relatam que destroços atingiram o sul do Canadá.

 
A agência espacial norte-americana (Nasa) confirmou neste sábado (24) que o Satélite de Pesquisa da Atmosfera Superior Terrestre (UARS, sigla em inglês) se desfragmentou na atmosfera, com parte dos destroços caindo em solo terrestre durante o início da madrugada.
Restos do satélite atingiram a superfície da Terra entre 0h23 e 2h09 (horário de Brasília), segundo a Nasa. “O satélite estava passando sobre Canadá e África, assim como sobre vastas zonas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico”, explicou a agência, que ainda não consegue dizer os locais exatos onde as peças do UARS aterrisaram.
Fragmentos do equipamento podem ter caído na região de Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do Canadá, segundo relatos no serviço de microblog Twitter. A Nasa não confirma esta informação, destacando apenas que pedaços encontrados do satélite são de propriedede norte-americana e devem ser devolvidos à agência.
O órgão acredita que fragmentos possam ser encontrados em outros lugares, como na África ou na Austrália. Anteriormente, a Nasa vinha informando que os restos do satélite deveriam se espalhar por uma área de 800 km e que não haveria riscos para a população.
Com quase seis toneladas de peso, o aparelho foi lançado pela Nasa há 20 anos. Desativado em 2005, o equipamento foi se aproximando da Terra por conta da ação solar e da gravidade do planeta. A Nasa esperava que o satélite se fragmentasse em 26 pedaços, com pesos variando entre 1 kg e 158 kg.
O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979.
Fonte:G1

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Meio Ambiente

Nasa ainda não sabe onde cairá satélite de 5,6 toneladas

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Washington, 23 set (EFE).- A Nasa prevê que nesta sexta-feira cairá na Terra um satélite do tamanho de um ônibus que foi retirado de funcionamento em 2005, mas insiste que o risco para as pessoas é “extremamente pequeno”.
A agência espacial americana descartou que o satélite artificial vá cair sobre a América do Norte, embora ainda não possa precisar o lugar do impacto.
“O reingresso deverá acontecer durante a tarde no leste dos Estados Unidos”, indicou um comunicado da agência. “O satélite não estará em trajetória sobre a América do Norte nesse período”, acrescentou.
Segundo a Nasa, “ainda é muito cedo para prever a hora e o local de reingresso com mais certeza, mas os prognósticos serão mais precisos nas próximas 24 horas”.
A probabilidade de algum dos restos do Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera (Uars, na sigla em inglês) atingir uma pessoa é de uma em 3.200, segundo a Nasa.
O aparelho pesa 5,675 toneladas e tem o tamanho de um ônibus.
A previsão inicial era que o satélite cairia no final de setembro ou no início de outubro, mas sua queda foi antecipada pelo forte aumento da atividade solar na semana passada.
Os cientistas da Nasa calculam que o satélite se despedaçará ao entrar na atmosfera e que pelo menos 26 grandes peças sobreviverão às altas temperaturas do reingresso e cairão sobre a superfície da Terra.
Fonte: Uol citando EFE

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