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Meio Ambiente

Bombeiros resgatam cachorro preso entre paredes de casas vizinhas no RJ

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Foi preciso quebrar parte de parede para salvar o cão.
Cão foi salvo com vida e moradores o apelidaram de ‘Bravo’ e ‘Guerreiro’.
Um cãozinho arteiro deu trabalho para os bombeiros, na tarde desta quarta-feira (20), no Rio de Janeiro. O animal se escondeu num vão, de menos de 50 centímetros, entre as paredes de duas casas no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. Após uma hora de trabalhos de resgate, ele foi salvo com vida e aclamado pelos moradores, que o apelidaram de “Bravo” e “Guerreiro”.
O dono de uma das residências, o vigilante Avelar de Carvalho Pires, disse que o animal entrou no vão na tarde de terça-feira (19). Ele relata que o cão se virou na tentativa de escapar, mas não conseguiu. O vigilante recorreu ainda a uma corda para içar o cachorro, mas ele continuou preso.

“Foi uma agonia muito grande. Ele ficava chorando e latindo. Ainda tentamos dar comida, água, mas nada chegava até lá. Foi então que percebemos que tínhamos que chamar os bombeiros para resgatá-lo. Foi uma comoção em toda a vizinhança”, falou o morador.
Parede de casa quebrada
Moradores disseram que após dois chamados, três bombeiros do quartel de Santa Cruz foram até o local. Os militares precisaram quebrar parte da parede de uma das casas para resgatar o animal. Segundo um dos bombeiros que participaram da operação, o cabo Ruas, o cachorro estava com ferimentos no focinho, na barriga e perto do rabo. Ainda segundo os bombeiros, ninguém se apresentou como dono do cão.
O animal foi levado para um abrigo de cães, em Ricardo de Albuquerque, no subúrbio do Rio, onde receberá tratamento. Quando voltar do abrigo, o bichinho já tem um lar para morar, ao menos, é o que garante o vigilante Avelar.
“Eu conversei com os bombeiros e me prontifiquei a ficar com o cachorro, mas pedi que antes ele fosse levado para um centro de tratamento veterinário porque ele estava muito machucado. Eu e minha esposa ficamos comovidos com esse cão. A partir de agora o chamarei de Guerreiro”, comentou Avelar.
FOnte:G1 RJ

Geração de Energia

New York Times – Após avanços, governo Dilma 'mudou de atitude' sobre Amazônia

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Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo.
“Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia”, diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
Fonte: BBC citando New York Times

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Meio Ambiente

Acaba a espera – Fragmentos de satélite desativado caem na Terra, confirma Nasa

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Agência espacial norte-americana não sabe dizer local exato das quedas.
Usuários no Twitter relatam que destroços atingiram o sul do Canadá.

 
A agência espacial norte-americana (Nasa) confirmou neste sábado (24) que o Satélite de Pesquisa da Atmosfera Superior Terrestre (UARS, sigla em inglês) se desfragmentou na atmosfera, com parte dos destroços caindo em solo terrestre durante o início da madrugada.
Restos do satélite atingiram a superfície da Terra entre 0h23 e 2h09 (horário de Brasília), segundo a Nasa. “O satélite estava passando sobre Canadá e África, assim como sobre vastas zonas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico”, explicou a agência, que ainda não consegue dizer os locais exatos onde as peças do UARS aterrisaram.
Fragmentos do equipamento podem ter caído na região de Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do Canadá, segundo relatos no serviço de microblog Twitter. A Nasa não confirma esta informação, destacando apenas que pedaços encontrados do satélite são de propriedede norte-americana e devem ser devolvidos à agência.
O órgão acredita que fragmentos possam ser encontrados em outros lugares, como na África ou na Austrália. Anteriormente, a Nasa vinha informando que os restos do satélite deveriam se espalhar por uma área de 800 km e que não haveria riscos para a população.
Com quase seis toneladas de peso, o aparelho foi lançado pela Nasa há 20 anos. Desativado em 2005, o equipamento foi se aproximando da Terra por conta da ação solar e da gravidade do planeta. A Nasa esperava que o satélite se fragmentasse em 26 pedaços, com pesos variando entre 1 kg e 158 kg.
O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979.
Fonte:G1

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Meio Ambiente

Nasa ainda não sabe onde cairá satélite de 5,6 toneladas

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Washington, 23 set (EFE).- A Nasa prevê que nesta sexta-feira cairá na Terra um satélite do tamanho de um ônibus que foi retirado de funcionamento em 2005, mas insiste que o risco para as pessoas é “extremamente pequeno”.
A agência espacial americana descartou que o satélite artificial vá cair sobre a América do Norte, embora ainda não possa precisar o lugar do impacto.
“O reingresso deverá acontecer durante a tarde no leste dos Estados Unidos”, indicou um comunicado da agência. “O satélite não estará em trajetória sobre a América do Norte nesse período”, acrescentou.
Segundo a Nasa, “ainda é muito cedo para prever a hora e o local de reingresso com mais certeza, mas os prognósticos serão mais precisos nas próximas 24 horas”.
A probabilidade de algum dos restos do Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera (Uars, na sigla em inglês) atingir uma pessoa é de uma em 3.200, segundo a Nasa.
O aparelho pesa 5,675 toneladas e tem o tamanho de um ônibus.
A previsão inicial era que o satélite cairia no final de setembro ou no início de outubro, mas sua queda foi antecipada pelo forte aumento da atividade solar na semana passada.
Os cientistas da Nasa calculam que o satélite se despedaçará ao entrar na atmosfera e que pelo menos 26 grandes peças sobreviverão às altas temperaturas do reingresso e cairão sobre a superfície da Terra.
Fonte: Uol citando EFE

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