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Escândalos

Na Câmara, começa operação para salvar Jaqueline Roriz.

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Objetivo é evitar punição a parlamentares por irregularidades do passado.
Deputados do chamado “baixo clero” – centenas de parlamentares que têm pouca expressão política na Casa – e integrantes da bancada feminina desencadearam uma operação nos bastidores para salvar o mandato da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF). Ela foi flagrada num vídeo recebendo dinheiro do esquema de corrupção no Distrito Federal.

Numa ação embalada pelo discurso corporativista, o grupo pró-Jaqueline tem dois argumentos debaixo do braço. Se ela for cassada por um ato ocorrido antes de ser eleita deputada federal (o vídeo da propina foi gravado em 2006, quando Jaqueline era deputada distrital no DF), um precedente será aberto para que outros parlamentares sejam punidos por irregularidades do passado. Ou seja, livrar Jaqueline seria salvar a própria pele no futuro. O segundo argumento é o de que a prática de caixa dois de campanha, usada na defesa da deputada para explicar o dinheiro, é algo comum entre os políticos.
O jornal O Estado de S. Paulo acompanhou os passos de Jaqueline nos últimos dias e a flagrou em conversas com deputados pedindo apoio e lamentando problemas de saúde. Ainda sem decidir se vai depor no Conselho de Ética, onde sofre um processo de cassação, ela já entrou em ação para salvar o mandato. E, até agora, ouviu o que queria. “Qualquer um de nós está sujeito a um deslize qualquer”, disse a deputada Elcione Carvalho (PMDB-PA).
Em conversa com a reportagem na tarde de quarta-feira, no plenário, Jaqueline falou pela primeira vez sobre sua defesa e endossou a retórica dos colegas em tom de recado: “Eu não era deputada na época. Eles (deputados) entendem que: já imaginou se a lei for retroagir para todos, a prerrogativa que vai abrir?”. 
Fonte:Veja com informações da Agencia do Estado.

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Folha do Estado-MT – STF exclui Maggi de lista de investigados

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O STF (Supremo Tribunal Federal) excluiu o senador Blairo Maggi (PR) da lista de políticos de que respondem a processos na Corte Superior. Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), Maggi não é culpado por queimadas registradas em Mato Grosso, que se enquadram no regime de crime ambiental e contra o patrimônio genético.
“Não há qualquer indício de autoria contra o parlamentar”, sustenta a subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio Marques, em parecer aprovado pelo procurador-geral, Roberto Gurgel, e acolhido por Dias Toffoli.
As investigações apuravam a responsabilidade do ex-governador na concessão de autorizações para queimadas possivelmente relacionadas à exploração e ao comércio ilegal de madeira. O Ministério Público Federal e o Supremo concluíram, entretanto, que não havia como responsabilizar o ex-governador pelas queimadas. Decisão do STF foi divulgada no dia 22 de agosto.
“No que se refere à insuficiência de estrutura administrativa responsável pelo controle e fiscalização das queimadas, tal fato não pode ser atribuído pura e simplesmente ao governador do estado.”
As investigações seguem na 1ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, uma vez que outros envolvidos no processo não respondem como parlamentares.
Segundo o senador Blairo Maggi, as queimadas, pelas quais era investigado, ocorreram em Chapada dos Guimarães, em outubro de 2007, e consumiu o Parque Nacional da cidade.
À época, Blairo, então governador do Estado, afirmou que não havia recursos suficientes para combater o incêndio. “O Ministério Público Federal entendeu que era de responsabilidade do estado socorrer. Socorremos, mas não tínhamos condições de acabar com o incêndio no estado, até que choveu e resolveu o problema”, declarou.
De acordo com levantamento do site “Congresso em Foco”, 22 senadores são investigados pelo STF.
Fonte: http://www.folhadoestado.com.br/noticia/12317/stf-exclui-maggi-de-lista-de-investigados

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Escândalos

Estadao – Carta de embaixador dos EUA mostra preocupação com corrupção no governo Lula

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A diplomacia americana considera que a corrupção durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva era “generalizada e persistente” e atingia todos os Três Poderes. A avaliação foi revelada em uma carta enviada há um ano e meio pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, ao procurador-geral americano, Eric Holder.
Na carta, que servia como uma preparação para a visita de Holder ao Brasil, Shannon fez ainda um raio X da Justiça brasileira, acusando-a de “despreparada” e “disfuncional”. O documento foi revelado esta semana pelo WikiLeaks.
Essa não é a primeira revelação sobre os comentários da diplomacia americana sobre a corrupção no Brasil. Documentos de 2004 e 2005 revelaram a mesma preocupação e mesmo o risco de os escândalos do mensalão acabarem imobilizando o governo.
Mas o que fica claro é que, mesmo no último ano do governo Lula, a percepção americana não havia mudado sobre a presença da corrupção na administração. E o fenômeno não se limitaria aos Três Poderes. Segundo Shannon, as forças de ordem também seriam prejudicadas por “falta de treinamento, rivalidades burocráticas, corrupção em algumas agências e uma força policial muito pequena para cobrir um país com 200 milhões de habitantes”.
Outra constatação da diplomacia americana foi sobre os problemas enfrentados pela Justiça no Brasil. “Apesar de muitos juristas serem de alto nível, o sistema judiciário brasileiro é frequentemente descrito como sendo disfuncional, permeado por jurisdições que se acumulam, falta de treinamento, burocracia e atrasos”, escreveu o embaixador.
Para Shannon, “polícia, procuradores e juízes precisam de treinamento adicional” no Brasil. “Procuradores e juízes, em especial, precisam de treinamento básico para ajudá-los a caminhar em direção a um sistema acusatório mais eficiente”, escreveu.

Cooperação. A preocupação não se limita a comentários distantes sobre a situação no Brasil. Shannon deixa claro que são os interesses americanos que podem sair prejudicados. “Com seu crescente papel econômico e diplomático, os interesses americanos em termos de Justiça no Brasil também aumentam, já que o incremento do comércio, viagens, comunicação e finanças no Brasil também trazem oportunidades de exploração criminosa.”
O diplomata aponta que a cooperação na área de Justiça com o Brasil é considerada no governo Obama como uma das prioridade para permitir que os Estados Unidos “atinjam seus objetivos na América do Sul”. Para isso, sugere programas para o treinamento de juízes e policiais para lidar com o crime organizado.
A ajuda não seria desinteressada. “Procuradores e juízes precisam treinamento especializado em áreas de especial interesse para os EUA: gangues, crime organizado, drogas, tráfico de pessoas e lavagem de dinheiro”, escreveu.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,carta-de-embaixador-dos-eua-mostra-preocupacao-com-corrupcao-no-governo-lula-,770155,0.htm?p=2

 

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Escândalos

Escandalo dos Tranportes – Pagot constrói casa de R$ 2,5 mi no MT

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A multiplicação de escândalos que envolvem sua gestão no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) não inibem planos pessoais de Luiz Antonio Pagot para um futuro muito confortável. Em Cuiabá (MT), onde reside, ele constrói uma mansão de três andares.
São 614 metros quadrados de área distribuídos em três pavimentos, com três suítes, salas de estar e de jantar e áreas de lazer, afora espaçoso jardim.
O valor do casarão, depois de pronto, criou polêmica na cidade. Pelas contas do próprio Pagot, o imóvel vai valer R$ 700 mil. Corretores imobiliários, no entanto, estimam em R$ 2,5 milhões, aproximadamente, o preço da moradia, porque localizada em um bairro que deverá receber amplos investimentos e projetos de melhorias para breve.
A região, atualmente, é cercada de ruas de chão batido. Mas, em poucos anos, a prefeitura deverá abrir uma avenida por ali, prolongamento da Avenida das Torres. Uma universidade planeja instalar seu prédio nas cercanias do retiro de Pagot.
O endereço do novo lar do diretor do Dnit é na Rua 13, Quadra 18, lotes 9 e 10 do Parque Residencial Dom Bosco. O imóvel ocupa dois terrenos que ele afirma ter adquirido em 2003 ao preço de R$ 3,5 mil cada um.
A celeuma sobre a mansão de Pagot ganhou força depois que o site MidiaNews e o site do jornalista Marcos Antonio Moreira, o Villa, divulgaram detalhes do empreendimento.
O pavimento superior deverá ter 267 metros quadrados. Os inferiores terão, respectivamente, 186 e 158 metros quadrados. O MidiaNews destaca que o jardim da residência, segundo o projeto arquitetônico assinado por Nancy Rabello de Mello, terá 340 metros quadrados de extensão.
FOnte:Estadão

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