Suspeitos de vender armas ao atirador são presos. #realengo

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By nesqueci on 9 de Abril de 2011. No Comments

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu dois homens suspeitos de negociar e vender uma das armas utilizadas por Wellington Menezes de Oliveira no massacre na escola em Realengo, zona oeste da cidade, na quinta-feira. A informação foi dada pela Divisão de Homicídios (DH), na madrugada deste sábado.

O chaveiro Charles Souza dos Santos, que seria vizinho do assassino, e o desempregado Isaías da Silva foram detidos por policiais militares do 21º Batalhão, de São João de Meriti (Baixada Fluminense), no bairro de Santa Cruz, também na zona oeste. Os PMs foram informados por uma terceira pessoa sobre a conversa entre Charles e Isaías, na qual a dupla afirma que a arma vendida para o Sheik (apelido de Wellington, que usava barbas longas até dias atrás), estava “afiadinha”.

De acordo com a polícia, a negociação teria começado quatro meses antes do crime. Os dois suspeitos inicialmente negaram ter vendido a arma para Wellington, mas em depoimento acabaram confessando a venda. Na madrugada deste sábado, a Justiça concedeu o pedido de prisão preventiva da dupla. Um deles já tinha passagens pela polícia por porte ilegal de armas e uso de documento falso.

Preço – O revólver calibre 32 teria sido vendido por 260 reais, mas Charles e Isaías teriam ficado apenas com 30 reais cada. O nome que seria do dono do revólver, fornecido pela dupla ao delegado titular da Divisão de Homicídios (DH), Felipe Renato Ettore, aparece nos dados da polícia como desaparecido ou morto. O outro revólver está com a numeração raspada.

No dia do crime
, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio de Janeiro e deputado estadual pelo PT, Zaqueu Teixeira, afirmou que Wellington Menezes de Oliveira era um conhecedor de armas e passou por treinamento. Ele considerou impossível um leigo recarregar armas com a destreza demonstrada pelo assassino. “Com a minha experiência de policial, tenho certeza de que ele passou por treinamento. O modus operandi mostra que ele tem conhecimento de armas”, comentou.

(Com Agência Estado)
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Se era tão facil assim acahr o vendedor de aramas porque não foi feito antes?
Precisavam de uma propaganda para outra campanha do desarmamento?


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