Daily Mail – Computador quântico super-rápido em breve poderá ser uma realidade depois que cientistas fazem a descoberta de silício.

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Cientistas consseguiram gerar dez bilhões de bits de entrelaçamento quântico em silício pela primeira vez.
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Computador quântico super-rápido em breve poderá ser uma realidade depois que cientistas fazem a descoberta de silício

computadores quânticos ultra-rápidos estão a um passo mais perto de se tornar realidade depois que cientistas geraram dez bilhões de bits de entrelaçamento quântico em silício, pela primeira vez.

A realização de silício – a base do chip de computador – tem implicações importantes para a integração com a tecnologia existente, de acordo com uma equipe multi-nacional de pesquisadores.

Os cientistas, da Grã-Bretanha, Japão, Canadá e Alemanha, acreditam que computadores quânticos super-rápidos, baseado em bits quânticos – ou qubits – será capaz de testar várias soluções possíveis para um problema de uma vez só.

Os computadores convencionais baseados em ‘switches’ binários, ou bits, só podem fazer uma coisa de cada vez.

Dr. John Morton, da Universidade de Oxford, disse: “Criando dez bilhões de pares emaranhados de silício com alta fidelidade é um passo importante para nós.

“Nós precisamos agora de lidar com o desafio de acoplar esses pares para construir um computador quântico escalável em silício.”

O emaranhamento quântico envolve a noção de que as partículas podem ser conectados de tal forma que a mudança do estado de uma afeta a outra instantaneamente, mesmo quando eles estão a milhas de distância.

Albert Einstein uma vez famosa descreveu como “ação fantasmagórica à distância”.

Outras áreas de pesquisa quântica relacionadas incluem a medição ultra-precisa e imagem melhorada.

Os pesquisadores usaram grandes campos magnéticos e baixas temperaturas pra produzir o emanharamento entre um elétron e o núcleo de um átomo de fósforo embebido num cristal de silício.

O procedimento foi aplicado em paralelo com um vasto número de átomos de fósforo, informaram eles.

O elétron e o núcleo se comportam como um ímã minúsculo, ou o chamado “spin”, cada qual pode representar um bit de informação quântica. Quando controlados da maneira correta, esses spins podem interagir uns com os outros.

Stephanie Simmons, da Universidade de Oxford, disse: “A chave para gerar emaranhamento foi primeir alinhar todos os spins usando grandes campos magnéticos e baixas temperaturas”, disse Stephanie, que também trabalhou na equipe.

“Uma vez que isto tenha sido feito, é possível fazer os spins interagirem uns com os outros usando microondas cuidadosamente cronometradas e pulsos de radiofreqüência, a fim de criar o entrelaçamento, e em seguida, provar que foi feito.”

O estudo da equipe foi publicado na revista Nature.

 

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