Notas manchadas perderão o valor, e a conta é sua cidadão de bem. Banco e bandido não perdem anda com isso.

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By nesqueci on 1 de junho de 2011. 1 Comment

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Banco Central (BC) estima em cerca de 75 mil o número de cédulas manchadas por mecanismos antifurtos de caixas eletrônicos não retiradas de circulação, segundo informações do diretor de Administração do BC, Altamir Lopes.

Com o aumento de casos de explosão de caixas eletrônicos, principalmente em São Paulo, os bancos têm instalado dispositivos antifurto nessas máquinas. Esse mecanismo mancha com tinta rosa as cédulas do caixa eletrônico danificado.

Hoje (1º), o BC estabeleceu que notas manchadas por tinta de mecanismos antifurto não poderão mais ser usadas. Lopes alertou que a população deve ficar atenta às características das notas de real e recusar o recebimento de cédulas danificadas. Ele explicou que todas as notas manchadas perderão a validade, independentemente do tamanho da mancha de tinta.

Caso o cidadão receba uma nota suspeita de ter sido danificada pelo dispositivo antifurto, a orientação é entregar a cédula a uma agência bancária, que irá remeter o dinheiro ao BC para análise. Ao entregar a nota, o cidadão deverá informar o número do CPF, de um documento de identificação com foto e seu endereço. “Essas medidas têm duas finalidades: a primeira é manter o cidadão informado sobre os trâmites de seu processo e a segunda tem caráter de proteção contra a atividade criminosa”, disse Lopes.

Após a comprovação, pelo BC, de que o dano foi provocado por dispositivo antifurto, a instituição financeira deverá comunicar esse fato ao portador. As informações dadas pelo cidadão que entregou a nota ao banco poderão ser repassadas à polícia.

Caso o BC comprove que o dano não foi causado por dispositivo antifurto, o banco providenciará a troca da cédula.

De acordo com Lopes, caso algum cliente saque dinheiro manchado em caixa eletrônico, é importante retirar extrato bancário em seguida e comunicar o fato à instituição financeira. Se não for possível fazer essa comunicação de imediato, a orientação é registrar a ocorrência em uma delegacia. Segundo Lopes, em casos de falha da instituição financeira, o cliente poderá ser ressarcido pelo banco.

De acordo com o diretor, os bancos poderão ser ressarcidos pelo BC quando as cédulas forem manchadas por acidente ou por situação de furto frustrado. Os custos de produção das novas notas e de análise serão definidos pelo BC e cobrados das instituições financeiras. Também serão estudados mecanismos que ajudem deficientes visuais a identificar cédulas manchadas.

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A maior palhaçada dessa historia é a conta da subistituição da nossa ser do povo e o memso é tratado comoladrão quando tenta trocar a nota.
Porque raios o banco nao coloca segurança na area dos caixas?
Eu respondo. Porque ai sairia do bolso deles. Agora se roubarem eles emitem novas notas e cobram do povo.
A unica vitima desse golpe é você brasileiro. Você que não é nem o ladrao e nem o banco.
Porque esses nunca saem perdendo.


One Response to Notas manchadas perderão o valor, e a conta é sua cidadão de bem. Banco e bandido não perdem anda com isso.

  1. Jandyra Rocha   7 de junho de 2011 at 18:22

    Realmente não sei o que pensar. Primeiro a FEBRABAN e associados adotaram o recurso de pulverização das cédulas à revelia do BACEN (conforme noticiado em vários órgãos da Imprensa). Tempo decorrido, a conta cai no colo do cidadão, quando a FEBRABAN e seus associados, por terem agido à revelia do Estado e suas Instituições é que deveriam arcar com esse prejuízo, substituindo, sim, as notas pulverizadas por ação da iniciativa deles. Nem um sinal, nem uma manifestação do Ministério Público. Como ficam os cidadãos que receberam essas notas, desde a primeira explosão até o dia 01/06, exatamente por falta de orientação do Governo e Instituições ligadas ao tema? Recebendo-as, inclusive, dos próprios bancos, através dos caixas eletrônicos?
    Finalmente, fica agora o segmento de Comércio e Serviços – sobretudo os pequenos varejistas, responsáveis por filtrar essas notas (com que critério?), recusando-as das mãos dos que não usam dinheiro de plástico. Nem esse custo os bancos vão ter. Realmente, não sei o que é maior, se a indignação, se a raiva impotente, se a constatação de que, para o poder público, não passamos de muitos zeros à esquerda.

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