Kadafi msotra que não liga para opinião de OTAN/ONU e toma Benghazi.

Home » News » Internacional » Kadafi msotra que não liga para opinião de OTAN/ONU e toma Benghazi.

By nesqueci on 19 de março de 2011. No Comments

BENGHAZI, Líbia (Reuters) – Rebeldes afirmaram que forças leais a Muammar Gaddafi atacaram a cidade de Benghazi neste sábado e apelaram para que o Ocidente ofereça ajuda militar para deter o avanço das tropas do líder líbio em seu bastião oriental.

Tanques, artilharia e aviões de guerra –sendo que um chegou a ser derrubado– atacaram a cidade, segundo os rebeldes, um dia após o ministro de Relações Exteriores da Líbia ter anunciado um cessar-fogo, seguindo resolução da ONU autorizando intervenção militar do Ocidente.

O governo líbio negou que estivesse atacando Benghazi, afirmando que está respeitando o cessar-fogo e acusou os rebeldes de invadir vilarejos e cidades para chamar a atenção do Ocidente.

“Eles invadiram Benghazi pelo oeste. Onde estão as forças ocidentais?”, afirmou Khalid al-Sayeh, um porta-voz dos militares rebeldes.

Uma testemunha da Reuters viu uma explosão perto do edifício do rebelde Conselho Nacional que estava protegido por blocos de concreto.

Seis caminhonetes equipadas com metralhadoras foram posicionadas no litoral de Benghazi. Mas o arsenal relativamente leve das forças rebeldes se mostrou fraco diante do forte poder de fogo de Gaddafi.

A resolução da ONU autorizou uma zona de exclusão aérea na Líbia e o uso de “todas as medidas necessárias” –código para ação militar– para proteger civis. Uma fonte do governo na França, que lidera os pedidos por intervenção, disse que o mundo precisa agir rapidamente.

Um morador de Benghazi, Hassan Marouf, de 58 anos, disse: “A Europa e a América nos venderam. Ouvimos bombardeios durante toda a noite, e eles não têm feito nada. Por quê?”

“Não temos ninguém para nos ajudar a não ser Deus. Nós, homens, não estamos com medo de morrer, mas eu tenho mulher e crianças dentro e eles estão chorando e em lágrimas. Ajudem-nos”, disse ele.

Fonte: Reuters

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *