Em Belo Horizonte(MG) – Envolvidos na morte de empresários decapitados no bairro Sion serão levados a júri popular

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By nesqueci on 8 de julho de 2011. No Comments

Três acusados de torturar e matar dois empresários mineiros em abril de 2010, no bairro Sion, região Centro-Sul de Belo

O publicitário Frederico Flores, acusado de comandar o assassinato e a degola de dois empresários, em abril de 2010

Horizonte, vão mesmo a júri popular. A decisão, publicada nesta sexta-feira (8), é da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que negou recurso contra a sentença de pronúncia (quando se decide se o réu vai a júri ou não).

De acordo com o TJMG, o advogado Arlindo Lobo, o policial André Luiz Bartolomeu e o norte-americano Adrian Grigorcea serão julgados, assim como Frederico Flores, líder da quadrilha, por meio popular. Os envolvidos no caso foram pronunciados em dezembro de 2010 pela juíza Maria Luíza de Andrade Rangel Pires, do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte. Segundo o TJ, a data do julgamento ainda não foi marcada.

Para o relator do recurso, desembargador Eduardo Brum, a alegação de que a denúncia do Ministério Público foi inepta não procede, pois há descrição dos fatos criminosos, estabelecendo a ligação entre a conduta e o dano. O magistrado acrescentou que, para o decreto de pronúncia, basta que o juiz se convença da existência do crime e de indícios suficientes de autoria.

Os desembargadores também negaram unanimemente pedido de habeas corpus de Frederico Flores, de complementação do laudo médico para averiguar a saúde mental do acusado, por entenderem que os quesitos propostos pela defesa do acusado não alterariam os exames já concluídos.

Relembre o caso
Frederico Flores está preso suspeito de chefiar um bando que matou os sócios Rayder Rodrigues e Fabiano Moura. Os dois estariam envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro e fornecimento de notas fiscais frias, e foram ameaçados por Flores antes de morrerem. Um dia depois do duplo homicídio, os corpos foram localizados queimados em uma mata de Nova Lima, na região metropolitana. As cabeças e os dedos das vítimas continuam desaparecidos.

Fonte:O Tempo Online


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