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Ato a favor da PM reúne 300 estudantes no campus da USP

Ato a favor da PM :
Cerca de 300 estudantes realizaram, na tarde desta terça-feira, um ato na praça do Relógio, na USP, para apoiar a presença da Polícia Militar no campus. Entre os participantes estão alunos dos cursos de economia, administração, letras, filosofia e história.

O evento foi marcado pelos alunos no Facebook. De acordo com o texto na rede social, o movimento repudia a ocupação de prédio administrativo da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e o confronto ocorrido com a polícia no dia 27.

Thifany Lima, 21, aluna do curso de administração diz ser a favor da presença da PM na USP. “Não são só os alunos, a FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) querem a PM. É preciso inibir os crimes. a gente sabe que não vai resolver todo o problemas, mas ajuda”.

Alguns dos líderes do protesto querem um plebiscito para decidir o impasse. Marina Grilli, 22, aluna do curso de letras, afirma que a proposta está em discussão. “Quem organizaria? Só se for a própria reitoria”, diz. Segundo a estudante, o plebiscito deveria ser organizado por uma instituição neutra.

A manifestação terminou por volta das 19h15 no estacionamento da Faculdade de Economia. A ideia inicial era realizar um ato no local, em homenagem ao estudante Felipe Ramos Paiva, morto na noite de 18 de maio na Cidade Universitária durante uma tentativa de roubo do seu carro. A morte de Paiva motivou a USP a pedir ajuda à PM. O ato, entretanto, não aconteceu.

ASSEMBLEIA

Os estudantes que invadiram um prédio da FFLCH realizam nesta terça-feira uma assembleia para decidir se devem ou não deixar o local.

Na tarde de ontem, ocorreu uma reunião extraordinária da Congregação da FFLCH –formada por cerca de 50 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes– para discutir a crise deflagrada na semana passada.

A Congregação divulgou pronunciamento, no qual diz reconhecer que “os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada”.

Para o órgão, a intervenção da PM “extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio”.

A Congregação também diz se comprometer a discutir “a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas”.

Fonte: Folha uol

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Na minha humilde opinião pedir pra PM ficar no Campus e não prender os usuários soa como se eles quisessem apenas um cantinho seguro para se entorpecer.

Ficou muito feio para os alunos da USP darem a entender que querem a policia mais só pra inibir o roubo.

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Posted by on nov 1 2011. Filed under Cotidiano. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response or trackback to this entry

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